Proteção de recursos em casa: segurança e fatores de stress para cães

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Auditámos Os Fatores De Stress Em Casa Que Agravam O Comportamento De Guarda Do Cão

Resposta rápida: Quando a proteção de recursos se agrava, comece por aumentar a distância, separar o cão e garantir um acesso previsível. Dê a refeição e os snacks mastigáveis de maior valor atrás de uma porta ou barreira, mantenha as crianças e as visitas afastadas de um cão que tenha consigo algo valioso e pare de tentar alcançar, perseguir, testar, castigar ou provar que tem o controlo. Um rosnar, ficar imóvel, fixar o olhar, levantar o lábio, dar um estalo ou morder são informações que deve respeitar, não um desafio a vencer. Se houver possibilidade de mordida, afaste as pessoas e os animais e contacte um veterinário ou um profissional qualificado de comportamento animal.

A proteção de recursos é um comportamento dependente do contexto, no qual o cão tenta manter o controlo sobre algo que considera valioso. O recurso pode ser comida, algo para roer, um brinquedo, uma meia roubada, um local de descanso, uma pessoa ou um caminho dentro de casa. O valor é atribuído pelo cão, por isso uma embalagem vazia pode ser mais importante do que um brinquedo caro. As orientações da ASPCA sobre proteção de recursos alimentares descrevem comportamentos que vão desde fugir com um objeto ou rosnar até perseguir ou morder.

Este guia destina-se a ambientes domésticos que se tornaram mais difíceis de gerir, e não a diagnosticar a razão pela qual um determinado cão protege recursos. O medo, a aprendizagem, a competição, a dor, a doença, a genética, o valor do objeto e a forma como as pessoas ou outros animais se aproximam podem contribuir em conjunto. Um plano de gestão pode reduzir o conflito imediato enquanto um profissional avalia o comportamento. Não pode garantir que um cão nunca morderá, nem que uma determinada disposição da casa resolverá todos os casos.

Pessoas a circular junto a brinquedos, objetos para roer e uma taça de comida do cão no chão

Comece por uma reorganização de segurança sem contacto

Na próxima refeição, durante o próximo momento de roer, visita ou descanso, elimine o motivo para uma aproximação. Dê ao cão uma zona tranquila, com espaço suficiente para se virar e sair. Use uma porta fechada, um portão alto, um parque ou outra barreira controlada por um adulto, quando for seguro e prático. Mantenha o cão e o recurso afastados de crianças, visitas e outros animais. Não bloqueie a saída, não se debruce sobre o cão, não o fixe com o olhar, não tente alcançar a taça nem envie outro animal para investigar.

  1. Aumente a distância: interrompa a aproximação antes de o cão ficar tenso, imóvel, começar a fixar o olhar, rosnar ou comer mais depressa.
  2. Retire a pressão: termine a interação e dê ao cão uma rota livre para se afastar das pessoas e dos animais.
  3. Controle o acesso: guarde comida, objetos para roer, lixo, medicamentos e objetos das crianças fora do alcance antes de o cão os poder apanhar.
  4. Proteja o aviso: não castigue um rosnar nem obrigue o cão a entregar um objeto apenas para testar a obediência.
  5. Registe a mudança: anote qual era o recurso, quem se aproximou, a que distância, em que divisão, o que aconteceu antes e como o cão recuperou.

Estas medidas ajudam a gerir uma situação. Não lhe dizem se o cão está assustado, com dores, a proteger recursos devido a experiências anteriores ou a reagir a outro conflito. Um veterinário ou profissional de comportamento animal pode ajudar a interpretar o padrão em segurança.

Avalie a casa, não o carácter do cão

Uma avaliação útil procura perceber o que mudou à volta do cão. Chegou um novo animal, uma criança começou a passar pela zona onde o cão come, a disposição dos móveis eliminou uma rota de fuga, as refeições passaram a ser apressadas ou um cão com dores começou a proteger a cama? O Manual Veterinário Merck explica que a agressividade dirigida à família pode envolver medo, proteção de recursos, comportamento redirecionado ou conflito. Também alerta para o facto de a confrontação e as técnicas físicas poderem aumentar o medo e o comportamento agressivo.

Pergunta para a avaliação Ajuste com menos pressão O que observar
O cão consegue afastar-se da zona onde está o recurso? Desimpeça uma rota e evite ficar entre o cão e a saída. Ficar imóvel, bloquear a passagem, perscrutar o ambiente ou tentar recuar repetidamente.
Quem passa perto? Altere o percurso das pessoas ou use uma barreira controlada por um adulto durante as refeições e enquanto o cão rói algo. Se a distância altera a linguagem corporal do cão.
Há dois animais a competir? Dê-lhes a comida e os objetos de maior valor separadamente, com portas ou barreiras entre eles. Fixar o olhar, avançar apressadamente, pairar sobre o outro, roubar ou proteger uma taça vazia.
As pessoas estão a tirar-lhe objetos? Evite que tenha acesso a objetos perigosos e não persiga nem agarre um objeto que o cão esteja a proteger. Se o cão engole, fica tenso, foge ou se vira na direção de uma mão.
A mudança surgiu de repente? Marque uma consulta veterinária enquanto mantém uma separação prudente. Sinais de dor, sensibilidade ao toque, alterações do apetite ou comportamentos que surgem fora de situações relacionadas com a guarda de recursos.

Comida e zonas de alimentação

Escolha um local onde o cão possa comer sem que uma pessoa ou outro animal passe perto dele. Pouse a taça, afaste-se e deixe o cão terminar. Só volte a recolher a taça depois de o cão se afastar e de a zona estar livre. Se o cão guardar a comida de outro animal, alimente-os em divisões separadas ou atrás de portas ou barreiras. Um dispensador automático, uma caixa ou uma barreira só são ferramentas de gestão adequadas se o cão se sentir confortável a utilizá-los e não puder ficar encurralado junto à taça.

A síntese da VCA sobre comportamento veterinário considera a agressividade relacionada com a comida uma forma de guarda de recursos e salienta que os recursos valiosos podem incluir mordedores, brinquedos, locais e pessoas. Por isso, meter a mão na taça ou retirar repetidamente a comida não é um teste doméstico neutro. Isso aumenta a pressão da aproximação e pode ensinar ao cão que a presença de uma pessoa junto à comida significa que a vai perder.

Zona de alimentação do cão separada do movimento da casa por uma barreira

Mordedores, brinquedos e objetos roubados

Os objetos de grande valor merecem a mesma privacidade que as refeições. Dê um mordedor apenas quando puder manter crianças, visitas e outros animais afastados. Guarde os brinquedos e mordedores num local a que o cão não consiga aceder sozinho e onde ninguém precise de meter a mão no espaço onde ele descansa. Se o cão tiver uma meia, uma embalagem, um medicamento ou outro objeto perigoso, comece por afastar pessoas e animais. Não transforme a recuperação do objeto numa perseguição.

Uma troca pode fazer parte de um plano comportamental individualizado, mas não é um truque universalmente seguro. Se o cão já estiver tenso, a rosnar, a mostrar os dentes, a lançar-se ou for provável que morda, não aproxime a mão do objeto. Use uma barreira, contacte um profissional e siga as recomendações veterinárias urgentes se o cão tiver engolido um objeto ou uma substância tóxica. O guia da VCA sobre o comportamento dos cachorros descreve ficar imóvel, fixar o olhar, comer rapidamente, rosnar, lançar-se e morder como sinais que não devem ser ignorados.

Camas, caixas, móveis e pessoas de eleição

Alguns cães guardam um sofá, uma caixa, uma porta, um pedaço de chão ao sol ou a atenção de uma pessoa, em vez da comida. Não puxe o cão para o tirar do sofá, não meta a mão na caixa nem tente mover fisicamente um cão que o está a avisar. Disponibilize uma opção de descanso separada e controle o acesso antes de o cão se instalar num local que possa gerar um conflito. Mantenha as zonas de passagem suficientemente amplas para que pessoas e animais possam passar sem ter de saltar por cima do cão ou encurralá-lo.

Uma cama confortável não é automaticamente um local seguro para se aproximar. Um cão que guarda a cama pode também estar assustado, cansado, com dores ou sem conseguir afastar-se facilmente. Sempre que possível, deixe que seja o cão a escolher quando sair. Se o cão impedir que outro animal se aproxime de uma pessoa, dê aos animais tempo separado e evite que se amontoem, em vez de os obrigar a partilhar a atenção num espaço apertado.

Cama tranquila para cão colocada numa zona desimpedida junto a uma janela

Crianças, visitas e movimento em casa

As crianças não devem aproximar-se de um cão que esteja a comer, a roer, a dormir, a descansar, escondido ou com um objeto na boca. Também não devem participar em exercícios relacionados com a guarda de recursos. Um adulto deve criar a separação antes de a criança entrar na divisão. O material da AVMA sobre a prevenção de mordeduras de cães salienta a supervisão por adultos e a gestão cuidadosa de crianças, cães e apresentações.

Antes de chegarem visitas, retire das zonas comuns a comida, os mordedores e os objetos soltos. Prepare uma divisão tranquila ou uma barreira segura antes de abrir a porta. Peça às visitas que não chamem o cão, não o fixem com o olhar, não estendam a mão, não lhe ofereçam a mão nem entrem na zona onde ele descansa. Se o cão guardar uma pessoa, um móvel ou uma porta, mantenha-o separado durante a visita e peça a um profissional qualificado que defina um plano.

Não use uma entrega, uma festa, uma visita para reparações ou um corredor movimentado como teste de treino. A rotina em casa torna-se mais fácil de gerir quando um adulto controla as portas, os recursos, as crianças e os animais antes de a pressão aumentar.

Casas com vários cães e cachorros

Separe os cães durante as refeições e quando lhes der mordedores ou outros objetos que gerem conflitos. Use divisões diferentes ou portas fechadas quando uma barreira ainda permitir que se fixem, avancem um contra o outro ou entrem em conflito através da vedação. Arrume as sobras e retire as taças vazias antes de voltar a juntar os cães. Dê a cada cão momentos individuais de descanso e atenção, para que um deles não possa impedir repetidamente o outro de se aproximar de uma pessoa, de uma cama ou de uma passagem.

As orientações da Cornell sobre comportamento canino salientam que a guarda de recursos pode ser genética ou aprendida e que pode ser necessário separar vários cães e proporcionar-lhes tempo individualTambém alertam para não criar expectativas de soluções rápidas. Um cachorro não é uma folha em branco que possa ser testada em segurança por uma criança ou por um desconhecido, e um cão adulto não fica definido por um único episódio de guarda de recursos.

Para prevenir este comportamento num cão descontraído e sem histórico de mordeduras, um profissional pode criar exercícios de baixa pressão nos quais a presença de uma pessoa prevê algo positivo e o cão mantém o recurso. Pare se o cão mostrar sinais de stress ou recusar comida. Não copie uma progressão encontrada na internet, um número fixo de dias ou uma rotina de retirar a taça para um cão que já guarda recursos.

Leia os sinais sem transformar a casa numa tabela de pontuação

Registe aquilo que consegue observar, não aquilo que presume que o cão pretende. Entre as observações úteis estão a boca fechada, virar a cabeça ou o corpo, ficar imóvel, fixar intensamente o olhar, mostrar o branco dos olhos, levantar o lábio, comer mais depressa, rosnar, mostrar os dentes, lançar-se, morder, recuar ou guardar um espaço vazio. A síntese da VCA sobre agressividade distingue vários contextos possíveis de agressão e explica por que razão o diagnóstico e o prognóstico devem ser tratados por um veterinário ou por um especialista em comportamento animal aplicado.

Registe o recurso, o local onde o cão se encontrava, quem ou o que se aproximou, a distância aproximada, as possibilidades de fuga, o primeiro sinal observado, a ação tomada e o tempo de recuperação. Estas informações servem para ajudar numa conversa com um profissional; não constituem uma pontuação de stress no acesso a recursos nem permitem classificar um cão como seguro ou inseguro com base num número. Um cão pode estar descontraído com um brinquedo e continuar a representar um risco junto de um mordedor, de uma visita ou num corredor estreito.

Gestão e apoio comportamental baseado em recompensas

A gestão altera o ambiente a partir de hoje. A modificação comportamental altera a resposta do cão através de um plano cuidadosamente escolhido. Estão relacionadas, mas não são a mesma coisa. Uma barreira pode evitar uma mordedura enquanto um profissional avalia o cão; não prova que a resposta subjacente tenha mudado.

A American Veterinary Society of Animal Behavior recomenda o treino baseado em recompensas e rejeita ferramentas aversivas, bem como castigos físicos ou psicológicos. A sua Declaração de princípios sobre o treino humano de cães apresenta a fundamentação profissional. Não imobilize o cão de costas, não o prenda ao chão, não grite, ameace, puxe bruscamente, dê choques nem intimide um cão por guardar recursos. Não castigue um aviso na esperança de que o cão deixe de fazer barulho. Pergunte a qualquer treinador como lida com a agressividade, que qualificações e experiência tem e se o plano mantém pessoas e animais abaixo de um nível de pressão inseguro.

As orientações da ASPCA recomendam apoio profissional individualizado para a guarda de recursos e a agressividade. Dependendo do caso e da disponibilidade local, poderá ser indicado um especialista em comportamento veterinário com certificação, um especialista certificado em comportamento animal aplicado ou um treinador qualificado que trabalhe com recompensas e tenha experiência específica em agressividade. Uma aula básica de obediência não substitui um plano individualizado para gerir o risco de mordedura.

Quando deve envolver um veterinário

Marque uma consulta veterinária se houver um agravamento súbito, surgir proteção de recursos num cão que antes era fácil de manusear, irritabilidade generalizada, relutância em mover-se, sensibilidade ao toque, alterações do apetite, isolamento ou comportamentos que parecem ocorrer fora de situações relacionadas com recursos. A VCA inclui a agressividade fora do habitual, a sensibilidade ao manuseamento, o isolamento e alterações no nível de atividade entre os sinais que podem acompanhar a dor. Uma avaliação da segurança em casa pode ajudar a criar distância enquanto a questão médica é investigada, mas não permite identificar a causa.

Se tiver ocorrido uma mordida ou tentativa de mordida, separe o cão das pessoas e dos animais sem o castigar, procure assistência médica para a pessoa envolvida e contacte rapidamente um veterinário ou um profissional qualificado de comportamento animal. A referência da Merck para tutores também salienta que a categoria do comportamento e a sua causa devem ser avaliadas por um profissional. Cumpra os requisitos locais de saúde pública e de controlo de animais. Se suspeitar que o cão engoliu um medicamento, uma substância tóxica ou um objeto perigoso, guarde a embalagem ou as informações sobre o objeto e contacte um veterinário ou um serviço adequado de informação antivenenos.

Lista de verificação para avaliar a segurança divisão a divisão

  • Alimentação: O cão consegue comer atrás de uma porta fechada ou de uma barreira segura sem que uma pessoa ou outro animal passe perto?
  • Roedores e brinquedos: Os itens de elevado valor só são disponibilizados quando as crianças, as visitas e os outros animais podem manter-se afastados?
  • Objetos roubados: O lixo, os medicamentos, a roupa e os objetos das crianças ficam guardados antes de o cão os encontrar?
  • Descanso: O cão tem um local tranquilo com uma saída desimpedida, e as pessoas deixam-no sossegado nesse espaço?
  • Passagens: As pessoas conseguem abrir portas e circular pela casa sem passar por cima do cão nem encurralá-lo?
  • Acesso em casas com vários animais: A comida, a água, as camas, as pessoas e os brinquedos são separados quando surge competição?
  • Visitas: O plano de separação está preparado antes de a porta se abrir, sem cumprimentos iniciados por crianças?
  • Sinais: A alteração mais precoce é registada sem repetir o estímulo para ver o que acontece a seguir?
  • Ajuda profissional: Está envolvido um veterinário ou um profissional de comportamento animal com experiência em agressividade quando o risco está a aumentar?

Perguntas frequentes

A proteção de recursos pode agravar-se subitamente?

Sim, o padrão pode mudar com a chegada de um novo animal, alterações na rotina da casa, um novo recurso, um conflito, dor, doença ou experiências de aprendizagem anteriores. Use a separação e mantenha a distância enquanto marca a avaliação adequada com um profissional.

A proteção de recursos é um problema de dominância?

Não encare a situação como uma disputa pela posição hierárquica dentro de casa. O contexto, o valor do recurso, a pressão da aproximação, o medo, a aprendizagem, o estado de saúde e a possibilidade de fuga influenciam o comportamento.

Devo tirar a taça de comida ao meu cão?

Não. Tentar alcançar ou tirar uma taça que o cão está a proteger pode aumentar o conflito. Dê-lhe de comer numa zona tranquila e separada e peça a um profissional qualificado que defina qualquer intervenção comportamental.

Devo castigar o cão por rosnar?

Não. O rosnar é um aviso importante. Aumente a distância, termine a interação, proteja as pessoas e os animais e procure orientação profissional, em vez de castigar o sinal.

Como posso proteger as crianças?

Use portas, portões ou divisões separadas, geridos por adultos. As crianças nunca devem aproximar-se de um cão que tenha comida, um roedor, um brinquedo, um objeto roubado ou um local de descanso, nem devem participar nos exercícios.

O que devo fazer quando o meu cão protege um brinquedo?

Evite o acesso a brinquedos de elevado valor quando não puder controlar o que acontece na divisão. Não persiga o cão nem tente agarrar o brinquedo. Se o cão ficar rígido, rosnar, tentar morder ou houver probabilidade de morder, use a separação e contacte um profissional.

E se o meu cão proteger a cama ou uma pessoa?

Não puxe nem tente deslocar fisicamente o cão. Disponibilize-lhe um local de descanso separado e organize os móveis, as portas e a atenção das pessoas para que ninguém seja obrigado a aproximar-se demasiado.

Como devo lidar com dois cães que protegem a comida?

Alimente-os separadamente, atrás de portas ou de barreiras seguras, retire as taças antes de os juntar novamente e impeça o acesso a itens de elevado valor partilhados. Poderá ser necessária ajuda especializada para cada cão.

Posso trabalhar a proteção de recursos em casa?

Em alguns casos descontraídos e de baixo risco, um profissional poderá definir um plano baseado em recompensas. Não siga um calendário fixo encontrado na internet. Um historial de mordeduras, tentativas de morder, investidas, a presença de crianças em casa ou um agravamento do comportamento exigem apoio personalizado.

A dor pode causar um comportamento de proteção de recursos que não existia antes?

A dor ou uma doença podem contribuir para alterações de comportamento, maior sensibilidade ao toque, isolamento ou agressividade fora do habitual. Uma alteração súbita ou generalizada justifica uma avaliação veterinária.

Quando devo contactar um veterinário especializado em comportamento animal?

Contacte-o quando houver possibilidade de mordedura, quando já tiver ocorrido uma mordedura, quando o comportamento de proteção se estiver a alargar, quando não for possível manter crianças ou visitas separadas em segurança, quando o cão não conseguir acalmar-se ou quando a gestão habitual não for suficiente.

O que devo fazer depois de uma mordedura de cão?

Separe o cão sem o castigar, procure assistência médica para a pessoa mordida e contacte um veterinário e um profissional qualificado na área do comportamento animal. Siga as orientações locais de saúde pública e de controlo de animais.

Fontes e leituras complementares

  • ASPCA: Proteção de recursos alimentares, com ligação na definição do recurso acima.
  • ASPCA: Ajuda comportamental para o seu animal de companhia, com ligação nas orientações acima sobre apoio profissional.
  • Manual Veterinário Merck: Problemas comportamentais dos cães, com ligação nas orientações acima para avaliar o ambiente doméstico.
  • Manual Veterinário Merck: Comportamento dos cães, com ligação nas orientações acima sobre sinais de alerta e encaminhamento.
  • VCA: Agressividade dos cães junto à taça da comida, com ligação nas orientações acima sobre a alimentação.
  • VCA: Agressividade alimentar nos cachorros, com ligação nas orientações acima sobre sinais de alerta.
  • VCA: Diagnóstico e visão geral da agressividade dos cães, com ligação nas orientações acima sobre a observação.
  • VCA: Sinais de dor nos cães, com ligação nas orientações acima sobre cuidados veterinários.
  • Universidade de Cornell: Comportamento ansioso nos cães, com ligação nas orientações acima para lares com vários cães.
  • AVSAB: Declarações de posição e materiais informativos, com ligação nas orientações acima sobre métodos baseados em recompensas.
  • AVSAB: Declaração de posição sobre o treino humanitário de cães, incluída nos recursos profissionais de referência disponibilizados através das ligações.
  • AVMA: Qualquer cão pode morder, com ligação nas orientações acima sobre a segurança das crianças.

Este guia tem fins educativos e não constitui um diagnóstico, um plano de tratamento comportamental, uma garantia de prevenção de mordeduras nem um substituto de cuidados veterinários. Opte por uma separação preventiva e contacte um veterinário ou um profissional qualificado na área do comportamento animal quando o risco estiver a aumentar.

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